Sua empresa está preparada para identificar, avaliar e controlar os riscos psicossociais no trabalho? A Nova NR-01 exige — e a Elite entrega a solução completa.
A NR-01 passou a exigir, de forma explícita, a identificação, avaliação e controle dos riscos psicossociais no trabalho, integrando esses fatores ao Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR). Em junho de 2026 o STF suspendeu por 90 dias a eficácia de cinco itens do capítulo 1.5 — a suspensão alcança as sanções, não a obrigação de gerenciar. E não alcança a frente ergonômica correlata: na NR-17, a avaliação dos fatores organizacionais do trabalho segue plenamente exigível, via AEP e AET.
A obrigatoriedade vai além da burocracia. Empresas que gerenciam os riscos psicossociais reduzem afastamentos, evitam passivos trabalhistas e protegem seus resultados financeiros.
Falar com especialista →Inclusão dos fatores psicossociais no Programa de Gerenciamento de Riscos.
A auditoria cobra registros de avaliação e controle — e a guarda documental é de 20 anos.
Reduz afastamentos, passivos trabalhistas e o custo do FAP.
Fatores ligados à organização do trabalho, às relações e à carga mental que podem afetar a saúde psicológica dos trabalhadores e gerar adoecimento.
Volume e ritmo acima da capacidade saudável do colaborador.
Tensão contínua que afeta saúde, desempenho e bem-estar.
Condutas abusivas e constrangimento no ambiente de trabalho.
Ruídos, falta de clareza, conflitos internos e desinformação.
Metas e cobranças sem o suporte adequado às equipes.
Gestão distante, sem apoio e sem reconhecimento.
Ignorar os riscos psicossociais tem custo — financeiro, jurídico e reputacional.
Faltas e afastamentos recorrentes por adoecimento mental.
Perda de talentos e alto custo de reposição e retraining.
Queda de desempenho, presenteísmo e retrabalho constante.
A frente ergonômica não foi suspensa: AEP e AET seguem exigíveis em fiscalização.
Mais afastamentos elevam o custo previdenciário da empresa.
Ações ligadas a assédio e adoecimento por ambiente insalubre.
Um processo estruturado que transforma exigência legal em gestão de risco e resultado concreto para o negócio.
Mapeamento inicial da empresa e definição do escopo de atuação.
Instrumentos validados (COPSOQ II) aplicados aos trabalhadores.
Consolidação dos dados e identificação dos indicadores críticos.
Análise Ergonômica Preliminar dos fatores de risco psicossocial.
Priorização dos riscos, medidas de controle e cronograma.
Monitoramento contínuo, reavaliação e atualização do PGR.
Documentação técnica completa, pronta para auditoria e para a tomada de decisão executiva.
Avaliação completa com instrumentos validados e reconhecidos.
Indicadores e dados consolidados para apoio à decisão.
Documento técnico complementar ao PGR, pronto para fiscalização.
Avaliação ergonômica, organizacional e cognitiva do ambiente.
Matriz de criticidade, responsáveis e cronograma de implementação.
Apoio técnico contínuo na implementação e reavaliação periódica.
Comece pelo diagnóstico: 8 perguntas, 2 minutos, resultado na hora. Se preferir ir direto ao ponto, fale com a gente e montamos uma proposta sob medida.